sexta-feira, 24 de maio de 2013

CAPITALISMO


Fases do Capitalismo

a) Primeira Fase - CAPITALISMO COMERCIAL OU MERCANTIL:


      Esta fase se estende-se no Séc. XVI ao XVIII. Período em que a burguesia mercante começa a buscar riquezas em outras terras fora da Europa. Os comerciantes e a nobreza estavam a procura de ouro, prata, especiarias e matérias-primas não encontradas em solo europeu. Os comerciantes financiado por reis e nobres, ao chegarem a América, vão começar um ciclo de exploração, cujo objetivo principal era o enriquecimento e acumulo de capital.

b) Segunda Fase - CAPITALISMO INDUSTRIAL:

     Foi a época da Revolução Industrial no Séc. XVIII. Onde a Europa passa por uma mudança significativa no que refere ao sistema de produção. Essa Revolução inicia-se na Inglaterra, fortalece o sistema capitalista e solidifica suas raízes na Europa em em outras regiões do mundo. Esta também modificou o sistema de produção, pois colocou a máquina para fazer o trabalho que antes era realizado pelos artesões. Desta forma o dono aumentou a margens do lucro com uma produção mais rápida, e por outro lado a população perdeu muito, o desemprego, abaixo salário e péssimas condições de trabalho foram problemas enfrentados pelos trabalhadores deste período.

c) Terceira Fase - CAPITALISMO FINANCEIRO:  

       Iniciada no Séc. XX, está fase vai ter no sistema bancário, nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado as molas mestres de desenvolvimento. Podemos dizer que este período está em pleno funcionamento até os dias de hoje. Com a globalização permitiu-se as grandes corporações produzirem seus produtos em diversas partes do mundo, buscando a redução de custos, dentro de uma economia de mercado, vendem estes produtos para vários Países, mantendo um comércio de grande proporções. Apesar das indústrias e do comércio continuares a lucrar muito dentro deste sistema, podemos dizer que os sistema bancário e financeiro são aqueles que mais lucram e acumulam capitais dentro deste contexto econômico atual.

As principais características do Capitalismo

  • Busca dos lucros,
  • uso de mão-de-obra assalariada,
  • moeda substituindo o sistema de trocas, 
  • relações bancárias,
  • fortalecimento do poder da burguesia,
  • desigualdades sociais.

3) Quais as críticas de Karl Marx ao Capitalismo?
    
    Afirma que no processo de produção capitalista, o homem se torna uma mera peça de engrenagem produtiva. Ele não é dono dos seus instrumentos de trabalhos, tampouco domina o processo produtivo ou seja, a divisão do trabalho. O trabalhador não se conhece no produto que faz, e assim perde a sua identidade enquanto sujeito. As reações interpessoais em geral passam a ser medidas pelas mercadorias e pelo dinheiro. O trabalhador torna-se um ser provado de sua essência humana.

 
 Como ocorre o Capitalismo no Brasil?


    De concreto, e com fatos comprovados, sabe-se que o sistema capitalista é uma máquina de fazer ricos e pobres, principalmente nos países subdesenvolvidos. É o Estado a serviço da burguesia. Quem ganha dinheiro, e muito, hoje no Brasil?? Os de sempre: banqueiro, o grande industrial e os políticos via corrupção.

  
Como o Capitalismo influência na Escola?


    O professor deve respeitar as diversas culturas que abrange a sociedade, pois ele é um profissional liberal. Apesar que hoje em dia, o seu trabalho é pouco valorizado. E com isso tem  menos valor do que outros profissionais.
     O Capitalismo é ressaltado nas escolas através das desigualdades sociais e econômicas entre os alunos.

Autoras: Adriana, Fernanda, Silvana

Sistema Capitalista

Nomes: Elisandra, Cristine, Roselaine, Gabriela e Patrícia
Turma: A1

Na verdade, são quatro as fases do Capitalismo:
Pré-capitalismo: Período da economia mercantil, em que a produção se destina a trocas e não apenas a uso imediato. Não se generalizou o trabalho assalariado; trabalhadores independentes que vendiam o produto do seu trabalho, mas não seu trabalho. Os artesões eram donos de suas oficinas, ferramentas e materia-prima.
 Capitalismo comercial: Apesar de predominar o produto independente (artesão), generaliza-se o trabalho assalariado. A maior parte do lucro concentrava-se na mão dos comerciantes , intermediários, não nas mãos dos produtores. Lucrava mais quem comprava e vendia a mercadoria, não quem produzia.
Capitalismo Industrial: O trabalho assalariado se instala, em prejuízo dos artesãos , separando claramente os possuidores de meios de produção e o exército de trabalhadores. Apesar das indústrias e do comércio continuarem a lucrar muito dentro do sistema, podemos dizer que os sistemas bancários e financeiros são aqueles que mais lucram e acumulam capitais dentro deste contexto econômico atual.
Capitalismo financeiro: Fase atual. O sistema bancário e grandes corporações financeiras tornam-se dominantes e passam a controlar as demais atividades , a globalização permitiu enviar e produzir seus produtos por diversas partes do mundo, buscando redução de custos.
Basicamente o capitalismo tem quatro características principais:
-Lucro: São valores vindos de resultado de trabalho e geração de serviços e venda, tendo como objetivo principal o acumulo de capital .
-Propriedade privada: As propriedades tem dono ou seja, são bens articulares de utilização individual.
-Economia de mercado: O mercado regula preços estoques e produção, baseado pelo processo de oferta e procura; o Estado intervem em casos delicados comedidas para apenas garantir uma economia equilibradas.
-Divisão de classes: Essa e a característica mais marcante desse sistema, uma pequena parte da população são os que detém a maior parte do capital, donos das grandes fábricas, empresas e serviços. Na outra classe, a grande maioria são os grandes proletariados, recebem  por seu trabalho e tem, ou pelo menos é para ter direito garantido a saúde, transporte, alimentação e lazer, todos de qualidades.
Porém, sabemos que isto não é o que acontece; possuem salários baixos e não tem garantido do governo necessidades básicas e serviços públicos de qualidades.
Karl Marx  criticava a divisão de classes do capitalismo, onde para ele existe sempre uma classe de opressores e uma de oprimidos.  Era contra o sistema de trabalho, e o capital de giro banqueiro que visavam somente o lucro e não investiam nas necessidades do cidadão. Para Marx uma sociedade ideal não teria divisão de classes sociais, ou seja não teria oprimidos.
O capitalismo brasileiro é subdesenvolvido. Para Chico de Oliveira, o capital estrangeiro tem papel protagônico. O desenvolvimento brasileiro é caudatário. Por exemplo, nos últimos anos a desindustrialização e a reprimarização da economia brasileira refletem exatamente esta situação.
nas escolas hoje, vivemos um momento de universalização, ou seja globalização da educação, proporcionado por um sistema de ensino que mais exclui do que inclui. O presente artigo visa entender as relações entre educação, capitalismo e sociedade, tendo como princípio de análise as concepções de educação citadas por Karl Marx, refletindo sobre os desafios e as exigências a serem enfrentadas pela educação e por suas instituições na sociedade contemporânea, de acordo com os avanços das forças produtivas, onde o conhecimento para a construção do ponto de partida para o desenvolvimento econômico social. As reflexões desenvolvidas mostram a necessidade de que seja analizado criticamente o papel social da educação e as finalidades da escola na sociedade globalizada.

Sistema Capitalista


Trabalho de Sociologia da educação
Prof.ª Claudia Adriana Dornelles
Sistema Capitalista
   O capitalismo, basicamente, se divide em 3 fases: Capitalismo Mercantil que surgiu no séc. XVI e se estendeu até o séc. XVII e era baseado na exploração de povos “descobertos” pelos nobres europeus através das grandes navegações; Com a Revolução Industrial no séc. XVIII a Europa passa por uma mudança no sistema de produção que solidifica ainda mais o capitalismo gerando altos lucros e muita exploração gerando o Capitalismo Industrial; No inicio do séc. XX, com grandes corporações e um mercado mundial globalizado que estimula o crescimento dos lucros, devido a grande circulação de produtos, aumentando o volume de transferências de valores e assim surge o Capitalismo Financeiro.

   O capitalismo se caracteriza principalmente por concentrar os meios de produção e o lucro de forma privada, desta forma o trabalhador recebe um salário fixo independente da sua produtividade, as negociações são sempre em dinheiro e todas as mercadorias estão destinadas à venda. Os lucros são divididos entre os proprietários que também determinam qual trabalhador é admitido ou demitido.

   Segundo o intelectual e revolucionário Karl Marx o capitalismo gera opressão, exploração, alienação do homem que acaba por não dominar o processo produtivo devido a separação das tarefas, o que gera uma dependência do trabalhador. Desta forma o trabalhador se torna uma mercadoria, apenas mais uma peça dentro de um sistema e perde a essência humana.

   O capitalismo no Brasil começou tardiamente em relação ao restante do mundo, iniciou a partir da Era Vargas, que de maneira clara redirecionou a economia brasileira para a industrialização. No governo Juscelino (1956-60), as indústrias foram priorizadas, em especial a produção de bens duráveis. E finalmente, no governo militar, o capitalismo se consolida no Brasil de maneira substancial, a produção de bens duráveis encontra-se a todo vapor, as propagandas nos meios midiáticos começam a se desenvolver para gerar expectativas e necessidades nos consumidores. No governo militar foi realizado a construção de grandes obras públicas, e isso tornou o país ainda mais dependente dos mercados internacionais devido à aquisição de empréstimos. Mas há também de se mencionar, as contradições desse crescimento que não foi capaz de promover o desenvolvimento social, causando a marginalização social.

   O capitalismo industrial promoveu um novo curso na educação brasileira. Se antes, durante o sistema oligárquico, as necessidades de instrução e uma organização educacional não se faziam necessárias pela população, diante das condições e exigências do trabalho, nem pelos centralizadores do poder, ficou evidente que, com o capitalismo industrial e a nova realidade proveniente deste, a instrução tornou-se principal meio de ascensão social e colocação no mercado de trabalho, especialmente com o crescimento do setor terciário.

   Embora o capitalismo industrial tenha crescido e incentivado a busca pelo ensino, criou-se uma situação de contradição com o velho sistema latifundiário, que persistiu retendo sua própria cultura e valores, preconizando a ignorância das massas. Com isso, a estrutura escolar não sofreu alterações capazes de significar uma mudança quantitativa e qualitativa na oferta a educação.

Turma A2
Taís Krug, Claudia Fraga, Cassia Santos|z , Maria Elisabete


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sujeito do conhecimento.

Nomes: Elisandra do Santos, Roselaine Ferro, Cristine Moresco e Gabriela Amaral T: A1


    No dicionário de filosofia o "Sujeito" aparece como sinônimo de Eu, ser individual, que pratica ações. Lacan em Ciência e verdade, utilizou a expressão " Sujeito suposto ao saber". Porém como os saberes mudam pode-se supor que o sujeito muda. Sujeito e obejto formam uma dualidade um não existe sem o outro, fazem parte um do outro podendo até por vezes o sujeito ser o próprio objeto.

   Para o empirismo o sujeito adiquire seus conhecimentos interagindo com o meio, porém não é um conhecimento crítico, é superficial, imediato das experiências. É assistemático, ou seja não segue um sistema. No conhecimento científico pessoas, cientistas, se dedicam a estudar e provar hipóteses gerando teorias, que podem ser mudadas e estudadas posteriormente. No conhecimento teológigo as  pessoas adquirem seus conhecimentos baseadas na fé. Já na modernidade se constrói o conhecimento buscando respostas a todos questionamentos do homem. Porém isso trouxe assim a pretensão onipotente da razão humana, fazendo com que o homem acabe se tornando egoísta.

    Karl Marx definia o sujeito a partir do meio social em que ele vivia.

    O sujeito para Freud  não só e identico a si,como se torna sempre outro,na medida em que,a representação não e mais o espelho do mundo e o lugar da verdade.O sujeito psicanálise não é o sujeito cartesianaracional,pensantes e cons

     Para Foucault o homen se constitui a partir das relações nas instituições e da linguagem (discurso). O sujeito é capaz de aprender o mundo e modifica-lo,segundo eles a sujeitos que variam de uma época para outra,dependendo de suas interações.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Fases do Capitalismo


Lenir Kiak (27)e Sabrina Velasques(46)
1)Comente sobre as 3 fases do Capitalismo
Capitalismo Comercial ou Mercantil
Esta é a fase em que a burguesia mercantil começa a buscar riquezas em outras terras fora da Europa. Os comerciantes e a nobreza estavam a procura de ouro,prata, especiarias e matérias primas não encontradas no solo europeu.
Capitalismo Industrial
Esta foi a época da revolução industrial que modificou o sistema de produção ao colocar máquinas para fazer o trabalho que antes era realizado por artesãos. A Europa passa por uma mudança significativa que por um lado trouxe benefícios tais como, queda no preço das mercadorias e por outro lado a população perdeu muito. O capitalismo ganhava um novo formato.
Capitalismo Financeiro
Podemos dizer que este período está em pleno funcionamento devido aos sistemas bancários nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado
A globalização permitiu que grandes corporações produzirem seus produtos em diversas partes do mundo e o sistema informatizado possibilita a circulação e transferência de valores em tempo quase real.
2) Quais as principais características do capitalismo?
Toda mercadoria é destinada para venda e não para o uso pessoal;
O trabalhador recebe um salário em troca do seu trabalho;
Toda negociação é feita com dinheiro;
O capitalismo pode admitir ou demitir trabalhadores já que é dono de tudo;
3) Quais as críticas de Carl Marx ao capitalismo?
Marx afirma que no processo de produção capitalista o homem se aliena tornando-se mera peça de engrenagem produtiva. Ele não é mais dono dos seus instrumentos de trabalho, o ritmo de produção não é imposto por ele e tão pouco domina o processo produtivo.
O trabalhador não se reconhece no produto que fez e assim perde a sua identidade enquanto sujeito. As relações interpessoais em geral passam a ser medidas pelas mercadorias e pelo dinheiro. O trabalhador torna-se um ser privado de sua essência humana.
4) Como ocorreu o capitalismo no Brasil?
Ocorreu quando a produção brasileira estava concentrada nos setores têxtil e de alimentos onde as principais indústrias estavam concentradas em São Paulo, Rio de Janeiro e isoladamente no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Pernambuco e Paraná. Força de trabalho era composta em grande parte por imigrantes e o capital nacional predominava, o capital estrangeiro concentrava-se na produção de energia elétrica e companhias ferro carris.
5) Como Capitalismo influencia na escola?
No capitalismo a forma mais desenvolvida da atividade educativa, é a educação escolar. Pois é a partir do momento em que o ser humano é inserido na escola que ele passa a conviver diretamente com as regras, normas, desejos, anseios e objetivos estabelecidos para ele por essa sociedade antes mesmo dele nascer. Nas escolas hoje, vivemos um momento de universalização, ou seja, globalização da educação, proporcionado por um sistema de ensino que mais exclui do que inclui.


terça-feira, 14 de maio de 2013

Sociologia Funcionalista

       A reformulação do conceito de sistema foi o centro de todas interpretações que constituem a contribuição do funcionalismo, última corrente do pensamento sociológico e integrada por dois importantes ramos: o macrofuncionalismo, derivado do organicismo sociológico e da antropologia, e o microfuncionalismo, inspirado nas teorias da escola psicológica de Gestalt e positivismo.
    Entre os adeptos do funcionalismo estão os antropólogos culturais Bronislaw Malinowski e A.R Radeliffe - Brown. O macrofuncionalismo se caracteriza pela unidade organica que considera fundamental: os esquemas em larga escala. Foi o italiano Vilvefredo Pareto quem permitiu a transição entre o organismo e o funcionalismo, quando concebeu o conceito de sistema, conferindo-lhe correta formulação abstrata. A forma da sociedade, segundo ele, é determinada pela interação entre os elementos  que compõem e a interação desses elementos como o todo, o que implica a existência de uma determinação recíproca entre diversos elementos: a introdução de qualquer mudança provoca uma reação cuja a finalidade é a recuperação do estado original ( noção de equilíbrio sistêmico).
      O microfuncionalismo desenvolveu-se na área de análise dos grupos em sua dinâmica e não na área de estudo da sociedade como um sistema. O americano Kurt Lewin, com a teoria sobre os "campos dinâmico", conjuntos de fatos físicos e sociais que determinam o comportamento de um indivíduo na sociedade, abriu novos caminhos para o estudo dos grupos humanos.


Teorização Funcional

- Vê o universo social como um sistema de partes inteligados ( Turner e Maryanski, 1979).
- As partes são analisadas em termos de suas consequências, ou funções para o sistema maior;
- Uma parte é examinada com respeito a como se preenche uma necessidade ou requisito do todo;
- As teorias funcionalistas nos levam a ver o universo social, ou qualquer parte dele. Como um todo sistêmico cujos elementos consitutivos funcionam em conjunto, ou seja, o funcionamento do todo.
Problema: as teorias funcionalistas frequentemente veem as sociedades como demasiadamente bem integradas e organizadas.
    A influência do funcionalismo na educação tem várias interpretações, tais como sua função social na escola que considera o fatos socio econômico determinante no impediemento de uma educação transformadora; as tendências pedagógicas predomiante que resumem-se basicamente a pedagogia tradicional; a disciplina escolar que depende da estrutura da escola, do Estado, da situação familiar, política e social; a educação e o estado onde deverá monopolizá-lo através de um só tipo de ideologia e a educação e a família onde está não pode interferir totalmente no processo de educação, pois o jovem recebe a influência do mundo, da época, dos costumes.


Eliane de Souza Costa, Cássia Fonseca, Cristiane Silva da Silva e Elizete Mazera da Silveira.

Turma: A2

terça-feira, 16 de abril de 2013

CONHECIMENTO PARA FILOSOFIA


Trabalho de filosofia da educação


Visão grega do conhecimento: Acreditavam em um princípio que abrangesse toda a realidade;
Os gregos questionavam como era possível ser assim e não somente ser.
Eles estabeleceram uma diferença pelos sentidos e o que compreendemos sobre pensamento.
Visão cristã do conhecimento: homem é visto como um degenerado do paraíso e sua salvação dependem da fé em Deus, só assim compreenderia a si mesmo, alcançado assim uma verdade.O homem tem o corpo a alma e a verdade da salvação.
Visão do conhecimento para época Moderna:
Mas foi somente com a Modernidade que a questão do conhecimento foi devidamente sistematizada.
A filosofia procurou não só saber quantos conhecimentos existia nem de quantos objetos,mas questionar a sua possibilidade e condições de realização.
Perspectivas principais do período moderno
Ceticismo=Os filósofos entendiam que era necessário ter uma percepção de forma critica para entender sua verdade.

Dogmatismo=E toda a doutrina e atitude  que afirma a capacidade do homem de atingir a verdade absoluta e indiscutível.O dogmatismo defende a apreensão absoluta da realidade pelo sujeito.

Empirismo=Os filósofos defendem que todas as idéias são provenientes dos sentidos. O que significa que tem origem na experiência.

 Cristicismo- visa ao mesmo tempo criticar as anteriores sintetizando-as mostrar condições de possibilidades que um sujeito tem para conhecer um objeto para Kant não basta conhecer tem que representar o objeto das nossas possibilidades ( espaço e tempo).
Tipos de conhecimentos:
Empírico- surge da relação do ser com o mundo todo ser humano apodera-se gradativamente deste conhecimento ao passo que lida com a realidade.
Filosófico - surge da relação com seu dia-a-dia, porem preocupa-se com respostas e especulações destas relações, não e um conhecimento estático, ao contrario sempre esta sempre esta em transformação.
Teológico- preocupa-se com a verdade absoluta verdade que só a fé pode explicar.
Cientifico-surge da dúvida e passível de verificação e investigação, então acaba encontrando respostas ao fenômeno que norteia o ser humano.




NOME: GABRIELA DE LIMA AMARAL, RICHELE DAS NEVES RIFFEL
TURMA: A1